Apontador sexual

Filed Under (humor) by Elizabete on 22-02-2010

apontador sexual

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O brinquedo sexual mais realista do mundo

Filed Under (sexo) by Elizabete on 12-01-2010

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A boneca sexual mais moderna do mundo

Filed Under (sexo) by Elizabete on 22-09-2009

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A moça esquisita da foto acima é a Andy, a boneca sexual mais moderna do mundo, segundo seu fabricante, uma empresa alemã chamada First Androids. Além do rosto assustadoramente humano (comparem com aquelas mulheres cheias de plástica e silicone na boca. Acho que a Andy é mais humana…), ela é programada para respirar ofegantemente, tem ponto G (pelo menos no caso dela é comprovado) e pode ser ajustada para várias posições. Animado? A belezura já pode ser encomendada pelo preço de 3.820 dólares (cerca de 7.600 reais).

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Estudantes criaram um software de probabilidades e conseguiram descobrir entre os homens, quem é gay e quem não é.

Filed Under (Tecnologia) by Elizabete on 20-09-2009

gaydar[1]

Estudantes vêem fotos dos amigos e dizem: ‘você é gay’

Dois estudantes do Massachusetts Institute of Techonology (MIT) fizeram uma descoberta supreendente simplesmente olhando fotos em redes de amizades na Internet.

Carter Jernigan e Behram Mistree analisaram de amigos de donos de páginas do Facebook e conseguiram descobrir entre os homens, quem é gay e quem não é.

Mesmo que os autores das páginas não tenham confessado sua opção sexual, o chamado “Projeto Gaydar” (radar gay) foi capaz de apontá-la com boa margem de acerto. O conceito é simples: se a maioria dos seus amigos têm 45 anos, você não é mais um adolescente; ou, se grande parte dos seus conhecidos na rede fazem parte de uma igreja evangélica, há grandes chances que você também faça.

O estudo, que começou como um experimento, lança dúvidas sobre se os autores das páginas on-line estão mesmo no controle das informações que eles disponibilizam. Ou se a associação de informações pode revelar muito sobre eles, mesmo que eles não queiram.

Ernigan e Mistree cruzaram informações de 1.544 homens que se disseram “heterossexuais”, com 21 que admitiram ser “bissexuais” e 33 que disseram ser “gays.” Não foi nenhuma novidade descobrir que homens gays têm mais amigos gays do que homens heterossexuais. A partir da confirmação desse fato eles fizeram um programa de computador com regra de probabilidades. Além disso, eles analisaram as relações de amizades de outros 947 homens ditos “heterossexuais,” eles sabiam que, entre esses, 10 homens gays eram conhecidos deles. Depois que o programa determinou que os homens gays, os estudantes confirmaram através de entrevistas telefônicas.

A pesquisa não tem valor científico – e também não funciona com a mesma eficácia para detectar pessoas bissexuais ou mulheres lésbicas. Os alunos não usaram os nomes dos autores das páginas no Facebook, e além do seu trabalho ter sido revisado por um painel de professores sobre ética, eles só entregaram ao professor uma cópia do DVD, mas que trazia o conteúdo em códigos só acessíveis através de senha.

A opção sexual está na cara

Em outra pesquisa realizada por 15 alunos da Tufts University, em Boston, foram mostradas fotos dos rostos de 90 homens, metade gay, metade heterossexual. As fotos foram tiradas de anúncios pessoais postados na Internet.

Em questão de segundos os alunos descobriram em 60% dos casos a opção sexual do fotografado. Apesar não ser pesquisa científica, o resultado já pode ser considerado “melhor do que um chute.”

Depois em uma confirmação do estudo, os alunos viram que a técnica pode ser acertada entre 55 a 70% dos casos.

Resumindo: através da tecnologia, as redes de relações têm confirmado aquela passagem bíblica que diz: “diga com quem tu andas que direi quem tu és.” O desafio agora é descobrir como esse tipo de conhecimento pode ajudar as pessoas, sem necessariamente julgá-las.

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Tudo pelo sexual! (é bom para o moral)

Filed Under (Política) by Elizabete on 15-09-2009

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Por Heitor Diniz do Correio Web
Um dos assuntos mais comentados nesta semana tem sido o “acordo” bilionário entre Brasil e França, que resultará na vinda de equipamentos militares e tecnologia diretamente do país de Sarkozy.
Entre caças, helicópteros, submarinos e outros brinquedos irados, Lula sonha alto para defender o que vem de baixo, mesmo que ainda se trate ”apenas” de um “pré-petróleo”. Como brinde e consequência do “negoção”, dá ainda o seu recado aos insubordinados e abestalhados companheiros presidentes de alguns países vizinhos, para que guardem as suas patetadas e verborragias dentro de suas fronteiras.
Mas a França não inspira apenas a compra de caças e tecnologias militares. O país de Sarkozy é também o país dos amantes, dos suspiros apaixonados e romances tórridos.
Não seria por acaso se também tivesse inspirado algumas comprinhas muito libidinosas da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo: de 2004 até este ano, pregões promovidos pela secretaria já adquiriram um total de 17.717 unidades de Viagra (!), a um custo total de R$ 303.537,87.
Só a Direção Regional de Saúde de Mogi das Cruzes comprou 3.120 unidades do comprimido, pelos quais foram pagos R$ 57.066,00. Nesse caso, todas as compras ocorreram em 2006, em três pregões diferentes.
Bauru não ficou muito atrás. Lá, foram 2.438 comprimidos, a um custo total de R$ 45.488,08.
Mas nenhum pregão chama mais a atenção do que o ocorrido em 27/05/2008, vinculado ao gabinete do secretário e assessorias. Por ele, foram adquiridos 4.500 comprimidos de 25 mg e 6.544 de 50 mg. Custo: R$ 181.149,32.
OK, OK! É fato que o Viagra passou a ser indicado para o tratamento de hipertensão arterial pulmonar, graças à sua propriedade vasodilatadora. No entanto, caro contribuinte paulista, a pergunta que não quer calar: foi bom para você?
Bem, o fato é que, com ou sem caças franceses, tem muita gente por aí se sentindo nas nuvens, graças ao generoso mercadão do dinheiro público.
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Livro fala das fantasias sexuais que permeiam a imaginação de todo mundo

Filed Under (sexo) by Elizabete on 30-08-2009

Por que fazemos amor de luzes apagadas? Há quem diga que seja por timidez ou para ocultar imperfeições do corpo. Mas a verdade pode estar escondida em um vasto e desconhecido território: o campo das fantasias sexuais. No escuro, a cabeça passeia ao sabor do imaginário, faz com que celebridades se excitem com nossa presença, nos permite realizar taras inconfessáveis.

Durante 25 anos, o psicanalista britânico Brett Kahr se manteve atento a relatos para tentar entender os limites da mente quando o tema é sexo. Ele é especialista em terapias de casais, em que a cama acaba sendo uma das principais queixas. Muitas delas, provocadas pela falta ou excesso de coragem de quem quer trazer para a prática o que o desejo inspira. Além dos casos de consultório, Kahr usou questionários anônimos para saber o que excita os ingleses. Totalizou nada menos que 19 mil fantasias sexuais, que vão das cenas mais apocalípticas à simples vontade de passar um fim de semana longe dos filhos. Está tudo registrado, com detalhes que fariam corar Calígula, em O sexo e a psique (Ed. Best Seller).

Democráticas, as fantasias sexuais atingem e perturbam qualquer classe econômica, etnia, religiosidade ou orientação sexual. Um fechar de olhos é suficiente para que o inconsciente fale mais alto, tome as rédeas do pensamento e nos conduza a locais onde nunca ousaríamos pisar. Geralmente é na masturbação que a fantasia ganha voz, faz-se presente e nos revela o lado sombrio da sexualidade. Para a maioria das pessoas, é o suficiente. A fantasia, guardadinha na cabeça, acaba sendo algo mais produtivo e excitante do que quando é levada à prática.

Kahr defende que é justamente o medo da interpretação dos outros que faz com que a maioria das pessoas sufoque as fantasias. Ele calcula que menos de 5% dos pacientes relatam as taras secretas em sessões de terapia. De tão íntimos, julgamos que tais pensamentos não devem ser compartilhados com ninguém, nem mesmo com o cônjuge de vários anos ou o melhor amigo. O silêncio, no entanto, não pode ser confundido com a ausência de fantasias. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, dizia que elas são fundamentais no exercício da libido, do tesão — seja entre quem tem ou não parceiros sexuais. Na mente, a infidelidade é pra lá de permitida. Não foi à toa que ele disse que “cada ato sexual é um processo no qual quatro pessoas estão envolvidas”. Freud acreditava que a fantasia é remanescente de experiências da infância ou fruto da insatisfação.

O Correio perguntou

Por duas semanas, mais de 4,2 mil internautas acessaram o site www.correiobraziliense.com.br e responderam a uma enquete sobre as fantasias sexuais mais recorrentes.

46%
Imaginam o sexo com os parceiros convencionais, só que em situações especiais

23%
Querem transar com bombeiros, enfermeiras e outras classes que usam uniformes.

21,1%
Desejam cenários especiais.

9,86%
Fantasiam sexo com celebridades.

Trechos do livro O sexo e a psique (Ed. Best Seller), do psicanalista britânico Brett Kahr, com as fantasias sexuais de algumas pessoas:

Bonny
Fazer sexo em um carro quando uma viatura policial aparece e os policiais transam comigo também.

Ottoline
Fazer sexo com meu namorado enquanto meu ex-marido e sua mulher estão por perto.

Santiago
Ir a uma boate. Pego uma mulher muito peituda e a levo para casa. Depois, descubro que é um transexual.

Chandra
Houve um desastre de avião no deserto. Sou atirada do avião e estou inconsciente. Acordo em uma palácio. Dizem-me que estou recebendo cuidados, mas na verdade sou mantida prisioneira sexual de um príncipe.

Freya
Imagino que meu namorado tem um irmão gêmeo, que vai para a cama comigo. Sei que ele não é meu namorado, mas finjo que é.

Everett
Gosto de imaginar que sou um médico responsável por um hospital presidiário e por despir e examinar os pacientes.

Pedro
Sou um lacaio do Palácio de Buckingham. Um dia, sou solicitado a levar duas jovens e bonitas empregadas até a sala do trono, onde os príncipes William e Harry esperam. Eles mandam que eu as debruce sobre o trono e depois levante suas saias. Depois, devo desabotoar as calças dos príncipes e masturbá-los. O príncipe William diz: “Obrigado, Pedro, por seu serviço leal à Coroa”.

Fern
Pensar sobre fazer sexo com um estranho de cabelo escuro, um homem muito mais jovem que eu, enquanto meu marido está ausente e estou esperando que ele chegue a qualquer momento.

Shelby
Chegar desavisado em uma festa para homossexuais. Ter uma conversa inocente com outro homem em um quarto ou sala, onde há outros homens que se esfregam e fazem preliminares. De repente, um grupo de homens me agarra e me despe. Luto com eles, mas no fundo não quero realmente que eles me larguem.

Natalka
Fazer sexo com o fantasma de Elvis e ser flagrada pelo meu marido.

Arabella
Ser uma socialite rica dando uma festa de sexo ao redor da piscina, na costa da Espanha.

Hugh
Shorts de cetim. É com isso que fantasio. Vou a uma loja no Soho que os vende e onde todos me conhecem. Adoro entrar e experimentar todos os tipos diferentes nas cabines. Uma das coisas mais constrangedoras é que são muito apertados e, quando os experimento, fico tão excitado que fica difícil enfiar o pênis dentro deles. Compro um, vou para casa e me masturbo. Não penso em ninguém específico, somente nos shorts. Sou casado, tenho quatro filhos e uma excelente vida sexual. Ela não sabe nada sobre os shorts.

Fonte:  artigo de João Rafael Torres, publicado no Correio Braziliense.

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Sexo: O novo swing do swing

Filed Under (sexo) by Elizabete on 21-08-2009

Pessoas animadas, dançando ao som de hits atuais, o bar lotado e alguns sentados, já um pouco cansados do agito ou procurando um lugar mais reservado para conversar. Se a descrição parasse por aí, qualquer um imaginaria uma balada comum. Mas é só entrar na região dos chamados “labirintos”, com o sexo em público rolando solto, e a primeira impressão muda imediatamente. É uma casa de swing.
Swing é basicamente a troca de casais em relações sexuais, mas não se limita a isso. A prática pode envolver apenas três pessoas, num ménage à trois, ou até várias numa grande orgia. Fica a critério dos swingers. E as casas de swing são o ambiente perfeito para isso. Leia mais:

http://obaoba.uol.com.br/noticias/Sexo-O-novo-swing-do-swing

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