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A Google vai começar a pagar aos criadores dos vídeos mais vistos na plataforma, como forma de incentivar os utilizadores a partilhar mais vídeos.
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A plataforma de partilha de vídeos mais famosa vai permitir aos seus utilizadores, cujos vídeos sejam os mais populares, obter retorno financeiro, através de receitas de publicidade, garantidas por anúncios. O novo sistema estreia nos Estados Unidos, mas será lançado em breve numa versão internacional.
A repartição de dividendos não se fará com qualquer vídeo sendo a popularidade, medida através do número de cliques, e também com a quantidade de vezes que o material foi partilhado por internautas, a chamada «publicidade viral». Segundo o director de vendas do YouTube, Tom Pickett, os utilizadores serão avisados através de um e-mail, que se apresentará como «enable revenue sharing» (possibilitar a partilha de receitas), de que os seus vídeos são dos mais populares da plataforma e que, mediante autorização, irá colocar anúncios pagos na página do respectivo vídeo. O YouTube não especifica contudo quão populares, ou quantos acessos o vídeo precisa de ter para haver retorno financeiro. Criado em Fevereiro de 2005, o Youtube transformou-se numa plataforma atrativa, por ser gratuita, por um lado, e permitir uma hospedagem fácil de material proposto pelos internautas por outro. Em 2006 foi adquirido pela Google. |
A agência americana Associated Press noticiou nesta segunda-feira, citando fontes policiais de Los Angeles, que o Departamento do Médico Legista do condado (equivalente a um Instituto Médico Legal) decidiu considerar a morte do popstar Michael Jackson um homicídio.
A decisão torna mais provável que sejam feitas acusações criminais contra o médico que acompanhava o rei do pop quando ele morreu, Conrad Murray. A notícia surgiu pouco depois da divulgação de um relatório médico segundo o qual uma combinação letal de medicamentos foi ministrada a Michael horas antes de sua morte, ocorrida em 25 de junho.
De acordo com o documento, exames periciais encontraram níveis altos do anestésico propofol no organismo do cantor, além de sedativos. Conrad Murray disse aos detetives de Los Angeles que tratou o astro de insônia por cerca de seis semanas, e que dava a ele 50 miligramas de propofol todas as noites, por via intravenosa.
O médico ainda chegou a dizer que temia que o rei do pop ficasse viciado no medicamento e diminuiu a dosagem para 25 miligramas, passando a misturá-lo com outras duas substâncias sedativas, lorazepam e midazolam. Em 23 de junho, dois dias antes da morte, Michael recebeu essas duas substâncias, sem o propofol, de acordo com Murray.
Na manhã de 25 de junho, o médico tentou induzir Michael ao sono, mas não usou o analgésico, conforme o documento. Murray disse ter aplicado valium à 1h30, e, sem resposta, deu-lhe uma injeção de lorazepam às 2h. Uma hora depois, o cantor teria recebido uma dose de midazolam, porque ainda não teria conseguido dormir.
Depois, o médico conta que deu a Michael outras substâncias não especificadas que não tiveram resposta. Finalmente, às 10h30, teria injetado 25 miligramas de propofol. Murray assegurou que o cantor pediu repetidamente que fosse aplicado o anestésico. O artista teria, finalmente, conseguido dormir, e o médico saiu para fazer algumas ligações, segundo contou à Polícia.
Ao voltar ao quarto, o médico constatou que Michael não respirava e começou tentar reanimação cardiopulmonar até a chegada dos serviços de emergência. A morte do rei do pop foi registrada por volta das 14h.
Fonte: Revista Veja
Um engavetamento é provocado por uma motorista distraída. O filme tem direito a muito sangue, crianças gritando e até barulho de pescoços se quebrando.
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As entidades sindicais estão programando mobilizações esta semana na Câmara em favor da aprovação da proposta de emenda à Constituição que reduz para 40 horas a jornada de trabalho semanal.
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