maio 2012

John Travolta enfrenta há anos rumores sobre sua sexualidade. Agora o ator de Hollywood está sendo processado por um massagista. Acusação: assédio sexual.

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maio 2011

fevereiro 2011

Segundo a denúncia, as tentativas de sedução ocorreram entre 22 e 24 de março do ano passado. Em sua primeira investida, o professor teria chamado a aluna – que cursa o 9º ano – à sala de professores. Lá, ele a teria convidado a ir à sua casa quando sua esposa não estivesse no local.

Diante da recusa da aluna, no dia seguinte o professor teria proposto que ela faltasse o último tempo de aula para acompanhá-lo à sua casa. Mais uma vez a adolescente negou. No dia 24, após conseguir o número do celular da estudante, o professor teria tentado convencê-la uma vez mais a encontrá-lo clandestinamente. A garota, que já havia contatado sobre o assédio aos pais, gravou a conversa

“Em vez de se dedicar ao engrandecimento intelectual de seus pequenos alunos, o denunciado, um marmanjo de 30 anos de idade, à época, preferiu se valer de sua inegável ascendência, decorrente da qualidade de professor, para intentar se aproveitar sexualmente de uma menina de 13 anos de idade, felizmente sem sucesso. A despeito da gravidade do evento, há notícia nos autos de que ‘Fabio continua dando aula normalmente’, o que, a par de consubstanciar um escárnio para com os familiares da aluna (que teve que se retirar da escola em razão do ocorrido), implica a exposição de outros alunos a severíssimo risco”, afirma o promotor Marcus Vinicius da Costa Moraes Leite na denúncia.

Ouça a conversa:

Fonte: Extra

setembro 2010

Depois de dois meses de ameaças, o antigo guarda-costas de Britney Spears, Fernando Flores, entrou com um processo contra a cantora, segundo o site TMZ.

Flores alega assédio sexual e denuncia maus tratos de Britney para com seus filhos. Segundo ele, ela se insinuou várias vezes, andou nua pela casa na sua frente e fez “uma série de investidas”.

Entre as acusações, Flores diz também que Britney lhe pediu para que ele tirasse seu cinto, para bater em um de seus filhos.

Ainda segundo o TMZ, a família da cantora declarou que as acusações do segurança são absurdas, e que ele nunca foi empregado de Britney, nem de sua família, mas que prestava serviços para uma companhia de segurança terceirizada.

Fontes próximas à cantora também questionam o momento que Flores escolheu para entrar com a ação, dois meses depois de ter se demitido.

setembro 2009

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A empresa Transbank Segurança e Transporte de Valores, no Rio de Janeiro, acaba de ser condenada a pagar R$ 20 mil a uma ex-funcionária de 50 anos de idade por danos morais. Ela trabalhava na contagem de cédulas de reais. Diariamente, ao fim do expediente, era obrigada a se despir, na frente dos colegas de trabalho, e ficava apenas com calcinha e sutiã. O objetivo desse ritual humilhante era verificar se ela estava levando dinheiro para casa. Em vez de ficar engolindo isso para sempre, ela entrou com uma ação trabalhista,  e o juiz Leonardo Dias Borges, da 70a Vara do Trabalho, no Rio, lhe deu ganho de causa.

O caso dessa mulher é um dos muitos exemplos de assédio moral ou discriminação que chegam hoje em dia à Justiça, contou o juiz Leonardo Borges.

“Outro caso que está comigo, e já está comprovado, é muito absurdo e cruel. Envolve uma empresa de telemarketing, no Rio, que proíbe os funcionários de ir ao banheiro na hora que sentem necessidade. Só pode ser duas vezes por dia e por um tempo cronometrado, não mais do que alguns minutos. A funcionária que procurou a Justiça sofreu mais porque ainda por cima tinha ficado menstruada. Pediu para ir ao banheiro e o chefe não deixou. Foi chamada publicamente de burra, idiota, imbecil por não ter se prevenido. Ela chegou a chorar na audiência. Segundo testemunhas, a chefia mandava fazer nas calças”.

O juiz Leonardo Borges revelou que cada vez mais as pessoas têm se conscientizado de seus direitos. Há dois meses, uma mulher loura ganhou R$ 10 mil da patroa por ter sido vítima de discriminação. Foi uma indenização obtida na base do acordo. A empregada estava conversando com o patrão e a patroa não gostou. Na frente de outras pessoas, gritou: “O que essa loura burra está fazendo aqui?” A loura não tinha nada de burra e procurou o juiz, que concordou com ela. Sua honra e sua lourice tinham sido ofendidas.

Situações que provocam constrangimento no trabalho precisam ser denunciadas pelas vítimas para que não se repitam. A exposição na mídia e o prejuízo financeiro desencorajam aqueles chefes que acreditam poder maltratar funcionários e continuar impunes.

Muita gente se cala e se submete com medo de perder o emprego. “O que não dá para perder é a dignidade”, diz o juiz da 70a Vara do Trabalho.

E você? Já viveu ou testemunhou algum episódio de assédio no trabalho?

agosto 2009

O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Roberto Salles, determinou que a direção da Faculdade de Direito abra uma sindicância para investigara denúncia de uma caloura do curso sobre agressão durante o trote, na última quinta-feira. Em nota publicada no domingo, no site da instituição, a universidade afirma que repudia a ação violenta dos veteranos, que teriam tentado obrigar a jovem a fazer sexo oral em troca de se livrar da obrigação de recolher dinheiro nas ruas.

“A UFF repele os trotes que geram constrangimento, violência e discriminação, assim como os que obrigam os alunos a se humilharem para arrecadar dinheiro nas ruas. O reitor determinou que a direção da Faculdade de Direito abra uma comissão de sindicância para apuração dos fatos denunciados na imprensa, e garante que, apontados os culpados, os responsáveis serão punidos exemplarmente”, diz a nota.

Ainda de acordo com o comunicado oficial, há oito anos a universidade criou o Projeto Trote Cultural, que teria sido adotado pela maioria dos Diretórios Acadêmicos.

“Entretanto, alguns grupos de estudantes insistem em praticar atividades que causam constrangimento e que são indignas da real posição da Reitoria da UFF em relação ao recebimento de seus novos alunos”.

Por ser considerada bonita, enquanto outras eram “barangas”, uma caloura do curso de direito foi levada, na última quinta-feira, para uma sala onde deveria fazer sexo oral em cerca de oito veteranos e, assim, se livrar da obrigação de recolher nas ruas, como é de praxe, a cota de R$ 250 exigida dos novatos nos primeiros dias de aula. A vítima – que conseguiu escapar do assédio, mas ficou muito abalada emocionalmente – não formalizou a queixa, temendo passar por mais humilhações e constrangimentos.

Segundo o pró-reitor adjunto de Assuntos Acadêmicos da UFF, Renato Crespo, a estudante contou que as calouras mais bonitas eram levadas para um lugar reservado da faculdade pelos veteranos. Ali, eram informadas de que tinham duas opções: fazer sexo oral neles e ser promovida à condição de veterana ou beijá-los na boca. No caso do beijo, a cota de R$ 250 seria reduzida.

Fonte: O Globo
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