fevereiro 2011

1. No.5, 1984 – US$ 151,4 mi

A obra do artista americano Jackson Pollock ganha o primeiro lugar do ranking com um preço de venda de 140 milhões de dólares, negociado em 2006. Quando ajustado à inflação de hoje, esse valor sobre para 151,4 milhões. O comprador não foi identificado, mas quem se desfez do bem e levou a bolada para casa foi Devid Geffen, co-fundador da Dreamworks SKG e da Geffen Records. Símbolo do expressionismo abstrato, a profusão de redes intercontectadas foi pintada sobre uma placa de fibra em 1984.

2. Woman III (Mulher III) – US$ 148,7 mi

O segundo lugar no pódio no ranking das obras mais caras também é ocupado por uma tela expressionista. Da autoria de Willem de Kooning, nascido na Holanda, “Woman III” faz parte de uma série de seis quadros pintados entre 1951 e 1953. Até 1994, a obra ficou exposta no Museu de Arte Contemporânea de Teerã, no Irã. Depois da revolução de 1979 que transformou o país em uma república islâmica, a exibição da pintura foi proibida pelo governo do aiatolá Khomeini. Debaixo dos panos, o quadro foi paulatinamente passado para frente no mercado das artes. Sua última parada foi na coleção privada de Steven A. Cohen, bilionário americano do mundo das finanças. Feita em 2006, a aquisição custou 137,5 milhões de dólares (148,7 milhões em valores correntes).


3. Portrait of Adele Bloch-Bauer I (Retrato de Adele Bloch-Bauer I) – US$ 146 mi

Adele era a mulher de Ferdinand Bloch-Bauer, um rico empresário que patrocinava a carreira do pintor austríaco Gustav Klimt. Por isso, foi a única pessoa a ser retratada duas vezes pelo artista. O primeiro dos quadros, “Portrait of Adele Bloch-Bauer I”, foi vendido pela última vez por 135 milhões de dólares. Atualizado para 146 milhões em valores de hoje, o montante foi desembolsado pelo executivo e filantropo Ronald Lauder em 2006. Desde então, a tela pode ser conferida na galeria Neue, na cidade de Nova York.

4. Portrait of Dr. Gachet (Retrato do Dr. Gachet) – US$ 137,6 mi

Responsável por tomar conta de Vincent van Gough em seus últimos dias de vida, o doutor Gachet foi a inspiração para um quadro pintado pelo artista impressionista em 1890. A obra foi vendida pela primeira vez em 1897 por meros 300 francos. De lá para cá, passou de mãos em mãos e chegou inclusive a ser confiscada como parte de uma campanha nazista para livrar a Alemanha da chamada arte degenerativa. Em 1990, o “Retrato do Dr. Gachet” foi arrematado em Nova York por 82,5 milhões de dólares. Corrigido pela inflação, o montante vai a 137,6 milhões, fazendo deste o quadro mais caro já vendido em leilão. Com a morte do novo dono, o bilionário japonês Ryoei Saito, o paradeiro de uma das obras mais conhecidas de Van Gough permanece uma incógnita no mercado da arte.

5. Le bal du moulin de la galette (O baile no moulin de La Galette) – US$ 130,3 mi

Retratando a vida parisiense do século XIX, o quadro “Le bal du moulin de la galette”, de Renoir, também foi vendido ao japonês Ryoei Saito em 1990. O preço da transação atingiu 78,1 milhões de dólares, equivalentes a 130,3 milhões nos dias de hoje. São duas as versões da tela, ambas com o mesmo nome. A maior encontra-se pendurada nas paredes do Musée d’Orsay, em Paris. Especula-se que a menor, vendida a Saito há mais de duas décadas, foi negociada em um acordo confidencial depois do empresário japonês amargar dificuldades financeiras com suas companhias. Os rumores dão conta que a obra, frequentemente apontada como uma das mais representativas pinturas do Impressionismo, está hoje na Suíça.

6. Garçon à la pipe (Rapaz com cachimbo) – US$ 120,2 mi

Pintado em 1905 durante a fase rosa do espanhol Pablo Picasso, “Garçon à la pipe” foi vendido em 2004 por 104,2 milhões de dólares. Corrigido pela inflação, o valor da transação bate em 120,2 milhões de dólares. A obra deixa transparecer o estilo adotado por Picasso nos seus primeiros anos como artista e é considerada por muitos a principal tela deste período que ainda permanece sob domínio privado. Se o nome do afortunado que arrematou o quadro permaneceu em segredo, o valor desembolsado por ele despertou polêmica por parte dos críticos de arte, que consideraram o montante demasiado alto para uma tela que não figura entre as obras primas de Picasso.

7. Nu au Plateau de Sculpteur (Nu, Folhas Verdes e Busto) – US$ 106,5 mi

Em sétimo lugar no ranking dos quadros mais caros vendidos em leilão está a tela “Nu au Plateau de Sculpteur”, negociada em 2010 por 106,5 milhões de dólares. Se descontada a inflação que atualiza o valor das quadros que a precedem na lista, esta é a obra com maio preço de venda pública na história da arte. Quem a levou para casa fez o lance por telefone e preferiu não ser identificado. Terminada em 1932, a pintura retrata Marie-Thérèse Walter, musa e amante de Picasso. Por quase 60 anos, o quadro figurou na coleção do casal Sidney e Frances Brody, de Los Angeles. Durante todo esse tempo ele só veio a público uma única vez, por ocasião do aniversário de 80 anos do artista, celebrados em 1961.

8. Portrait of Joseph Roulin (Retrato de Joseph Roulin) – US$ 101,9 mi + obras

A negociação do quadro “Portrait of Joseph Roulin” em 1989 envolveu dinheiro e a troca de outras obras de arte. De um colecionador privado em Zurique, a tela de Van Gough foi parar no Museu de Arte Moderna, em Nova York. Além dos 58 milhões de dólares despendidos na época (101,9 milhões nos dias de hoje), o Museu também abdicou de quatro obras de arte dos artistas Monet, Renoir, Kankinsky e Picasso. Entregues aos intermediadores suíços, o destino final destas telas permanece desconhecido.

9. Irises – US$ 103,4 mi

Influenciado pelos trabalhos de estampa japonesa e pelos jardins do hospital onde estava internado, Van Gough pintou “Irises” em 1889, apenas um ano antes de morrer. Quase um século depois, o quadro foi vendido por 53,9 milhões de dólares à Alan Bond, um executivo australiano do setor de imóveis e mídia. Considerando o efeito da inflação, a transação envolveria o pagamento de 103,4 milhões de dólares se fosse feita em 2010. A investida de Bond aconteceu em 1987 e foi bancada, em boa parte, por um empréstimo que ele se recusou a pagar mais tarde. Por isso, a obra foi revendida em 1990 para o museu J. Paul Getty, em Los Angeles.

10. Dora Maar au chat (Dora Maar com o gato) – US$ 102,9 mi

Outra obra inspirada nas mulheres da vida de Picasso, “Dora Maar au Chat” foi pintada em 1941, retrato da mulher que viveria com o artista por quase uma década na França. Levado para Chicago alguns anos depois, o quadro permaneceu com famílias norte-americanas até ser leiloado em Nova York, em 2006. O lance mais alto ficou por conta de um participante russo anônimo, que ofereceu 95,2 milhões de dólares pela obra (102,9 milhões nos dias de hoje). Na mesma tacada, o sujeito levou mais duas obras de respeito: um quadro de Monet e outro de Chagall.

dezembro 2010

Jean Zaun juntou a fome pela arte com a vontade de comer. A artista recriou quadros clássicos usando apenas chocolate e tinta comestível. Fazem parte do acervo de Jean, que mora em Fredericksburg (Pensilvânia, EUA), “réplicas” açucaradas de “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci, “O Grito”, de Edvard Munch, e o autorretrato e “Girassóis”, de Vincent Van Gogh. Dê só uma olhadinha e veja se você teria vontade de comê-los:

“As obras são comestíveis, mas elas são feitas para serem consumidas pelos olhos, não pelo estômago”, afirmou a artista de 57 anos, segundo reportagem do “Daily Mail”.

Jean diz que um quadro achocolatado feito por ela pode durar nove anos, se mantido em condições adequadas.

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